quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Um alerta solene à igreja

Queridos tenho pregado inisistentemente que o remanescente que Deus levantará como instrumento para trazer direção para a igreja Dele não estão na midia, em evidencia, más sim, esperando o tempo do SHOFAR de Deus soar e assim, sem temer inclusive à propria vida se levantarão e não só dirão, más com ações continuas farão a igreja do Senhor enxergar diante da cegueira que se encontra O CAMINHO.
Enxergo nesse homem de Deus um dos tais, do povo remanescente
Vejam esse texto do Pr Hernandes Dias Lopes
Pr Rubem Rios

Pastoral
Hoje é o primeiro dia do ano de 2012. É tempo de balanço, de reflexão, de tomada de decisões. É tempo de despojarmo-nos daquilo que foi apenas peso e comprometermo-nos com princípios e valores que deixamos para trás. Muito embora tenhamos recebido bênçãos sem medida, e todas como expressão da graça de Deus, reconhecemos que a igreja poderia ter sido mais santa, mais unida, mais operosa, mais dinâmica, mais alegre, mais cheia do Espírito Santo. O importante agora é avaliarmos onde falhamos e fazermos uma correção de rota para não repetirmos os mesmos erros e para buscarmos, com afinco, aquilo que deixamos de fazer. Cabe-nos, alinharmos nossas ações com os preceitos da Palavra, e vivermos de modo digno do Evangelho neste novo ano que recebemos. Para isso, três atitudes devem ser observadas:

1. Precisamos fugir do secularismo que mundaniza a igreja. O secularismo é uma realidade inegável. É a ideia de que Deus não interfere em todas as áreas da nossa vida. No domingo somos crentes; durante a semana vivemos a vida do nosso jeito e ao nosso gosto. O que vemos, ouvimos, falamos, fazemos ou deixamos de fazer não é mais regido pelos preceitos das Escrituras. Dicotomizamos a vida em secular e sagrado. Assim, namoro, casamento, negócios e lazer pertencem a área do secular e nessas áreas amoldamo-nos aos ditames do mundo e não aos preceitos da Palavra. Nossas festas, embora precedidas por um culto a Deus, estão se tornando cada vez mais mundanas, onde não faltam bebidas alcoólicas, músicas profanas, danças sensuais, e todos os apetrechos importados das boates mais especializadas no lazer mundano. O mundo está entrando na igreja e a igreja está se amoldando ao mundo. Colocamos o pé no freio ou a igreja será sal sem sabor e luz debaixo do alqueire. Voltamo-nos para Deus para consagrar todas as áreas da nossa vida a ele ou a igreja perderá seu poder, seu testemunho e sua relevância no mundo.

2. Precisamos fugir do legalismo que oprime a igreja. O legalismo é um caldo mortífero que adoece a igreja em nome da verdade. Os legalistas coam mosquito e engolem camelo. Brigam por aquilo que é secundário e transigem com aquilo que é essencial. Em nome do zelo espiritual ferem pessoas, perturbam a paz e quebram os vínculos da comunhão. Os legalistas agem como os fariseus que acusavam Jesus de pecado por curar no dia de sábado, mas não viam seus próprios pecados quando tramavam a morte de Jesus no sábado. Os legalistas são aqueles que reputam a sua interpretação das Escrituras como infalível e atacam como os escorpiões do deserto aqueles que discordam da sua visão extremada, chamando-os de hereges. O legalismo é fruto do orgulho e desemboca na intolerância. Em nome da verdade, sacrifica a própria verdade e insurge-se contra o amor. O legalismo é reducionista, uma vez de repudia todos aqueles que não olham para a vida pelas suas lentes embaçadas. O legalismo professa uma ortodoxia morta; uma ortodoxia sem amor e sem compaixão. Não podemos caminhar por essa estrada. Aqueles que o fizeram no passado colheram frutos amargos. Acautelemo-nos!

3. Precisamos fugir do liberalismo e do sincretismo que atacam a igreja. O liberalismo tira da Escritura o que nela está e o sincretismo acrescenta a ela o que nela não pode estar. O liberalismo nega a inerrância e a infalibilidade da Escritura e o sincretismo nega a suficiência da Escritura. A igreja de Deus é aberta a todos, mas não aberta a tudo. Devemos acolher as pessoas sem acepção, mas não podemos abrigar tudo sem exceção. As pessoas devem ser aceitas na igreja; não o pecado. Não podemos tolerar o erro. Não podemos transigir com falsas doutrinas. Não podemos fazer vistas grossas aos falsos ensinos. Não podemos abrir nossas portas às novidades do mercado da fé. Não podemos transigir com a verdade para atrair pessoas à igreja. Não podemos negociar princípios e valores para buscarmos o crescimento da igreja. Nosso compromisso é alimentar as ovelhas e não entreter os bodes. Que Deus nos ajude a caminharmos vitoriosamente em 2012!

Rev. Hernandes Dias Lopes

1 comentários:

Pr Nils disse...

Amado Rubem
Sendo bem honesto, eu
DU-VI-DÊ-O-DÓ
que os ministros de um modo geral
saibam como atacar ministerialmente
esses 3 citados problemas:
-Secularismo
-Legalismo
-Liberalismo

COMO?
Trocando as revistas de Escola Dominical?
Proibindo coisas "do mundo"?
Aumentando o número de cultos?
Fazendo campanhas de jejum e oração?
Pregando contra esses três "monstros"? Como se prega contra o liberalismo?

Enfim, concordo mesmo com a analise do Hernades... Quem sou eu Pra discordar?!...

Ocorre que talvez se possa "trocar em miúdos" essa avaliação tao generalista.
A imensa maioria dos pastores tem ferramentas muito praticas nas suas mãos - oração, ensino, exortação, campanhas, discipulado, encontros, etc. Quais devem ser as ações de amplo espectro, mas também as pontuais. Eis o que, na minha humilde visão, ajuda mais.

Muito bom o texto
Espero q todos tenham enxergado a densidade
Parabéns pelo Blog
Abraços

NILS
via iPhone